quarta-feira, 26 de maio de 2010

Por que resistimos às mudanças?



Sabe-se que uma das grandes dificuldades enfrentadas pelo ser humano é aquela que nos remete à mudança, a qual muitas vezes, não escolhemos.


Mudar de cidade, mudar de emprego, mudar dietas, às vezes de amores e tantas outras coisas. Mas, certamente dentre todas, a mudança de ATITUDE é a mais difícil. Atitude diante da vida, diante das perdas e dificuldades.

Quando em eminente risco, nosso corpo sofre algumas alterações, nos alerta. Isto possibilita nossa mudança de curso, protegendo-nos do perigo. Se não ouvirmos este apelo ou sinal, provavelmente colocaremos a nossa VIDA em risco.

Parece que os sinais de alerta, não nos tocam mais. Vários sinais estão sendo emitidos, vários apelos estão ecoando no Universo, estamos cegos e inertes diante de tantos SINAIS.
Por que resistimos às mudanças se justamente elas poderão salvar nossas vidas?

Precisamos mudar nossa atitude diante da VIDA E DA NATUREZA.
Entendermos que somos parte de um todo INDIVISÍVEL!
Somos a própria NATUREZA.


Mude sua atitude em relação ao meio ambiente: não destrua, não polua, não desperdice água, não desperdice luz, NÃO IMPRIMA coisas desnecessárias, se imprimir: USE OS DOIS LADOS DA FOLHA, use papel reciclado, pratique a coleta seletiva.
Os resíduos que produzimos são de nossa inteira responsabilidade.

O Projeto Amigos do Planeta disponibiliza coletores de óleo de cozinha usado, pilhas usadas e celulares em desuso, eles terão a correta destinação.

Mude de atitude, participe, se você já participa, dissemine suas ações.
Envie um e mail para:
rosemariah@sindilojasgravatai.com.br

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ADAPTAR-SE


Aterro Sanitário Santa Tecla - Gravataí/RS

Não há como negar que o planeta sofre mudanças irreversíveis. De nada adianta porém, apontarmos, tardiamente, os culpados ou os fatores que ocasionaram tamanho desequilíbrio.

É URGENTE que a mudança de atitude, em relação à nossa visão de mundo, aconteça! Substituir hábitos arraigados por ações sustentáveis é nosso dever como cidadãos.
Não podemos esquecer no entanto que, jamais o social pode estar desvinculado das ações pró meio ambiente. É urgente que pensemos em saídas para minimizar o desequilíbrio social, que estão intrínsecas nas ações para a sustentabilidade ambiental.

Não adianta pensarmos que a redução do consumo seria a saída para a redução de impactos ambientais, mas sim a busca pela conscientização de que os resíduos gerados pelos produtos que consumimos poderão retornar à cadeia de produção, reduzindo a utilização de recuros naturais e gerando novas oportunidades de renda familiar.
As Cooperativas de reciclagem não podem mais ser vistas apenas como depósitos de "lixo", são sim importante elo na corrente da sustentabilidade. As condições de trabalho neste processo de produção, são degradantes!

As Cooperativas de reciclagem devem ser ponto de referência no processo de preservação ambiental, criar condições para beneficiar as comunidades carentes e toda a sociedade, não somente na coleta seletiva, mas também na EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

Precisamos reciclar nossas atitudes! Precisamos inserir-nos na sociedade como parte ativa, no que diz respeito às mudanças socio-ambientais.

Participe de Ongs, projetos de voluntariado, "doe" seus conhecimentos, ajude!
Não passe somente passe pela Terra, FAÇA A DIFERENÇA!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Educação, a base de tudo



Tem início ciclo de 10 palestras direcionadas às escolas do Município de Gravataí sobre Educação Ambiental, informações e contato: Sindilojas Gravataí, com Rose Mariah, fone: 51 3488 4586.

"Ninguém nasce civilizado. O comportamento civilizado é aprendido pelo indivíduo a partir daquilo que os outros sujeitos mais experientes lhes ensinam; são esses sujeitos mais experientes que lhes indicam as formas convencionais, aceitáveis de se conviver em sociedade.

O processo educacional não se encerra na infância. Tem início quando o indivíduo nasce e só termina com sua morte. Sendo assim, enquanto vivem, os homens influenciam-se mutuamente, interferem no comportamento alheio e sofrem influências em seu próprio modo de ser. Conforme Kruppa, uma socióloga da atualidade, é a capacidade que os homens possuem de atuar junto a outros homens, ensinando e aprendendo, que torna a educação um fenômeno possível.

Podemos dizer HOJE, que as relações dos homens com a natureza, com os recursos naturais, com os animais e plantas são relações de incompreensão, uma convivência onde os benefícios são unilaterais. Somos totalmente dependentes de algo que destruimos gradativamente.

Precisamos buscar novas formas de nos relacionarmos com o meio ambiente, antes que seja tarde demais.
Aplicar novos processos, criar novas relações entre os homens e a natureza, neste contexto a Educação Ambiental tem um importante papel a desempenhar.

A ambientalista e gestora ambiental Rose Mariah, acompanhada de Rosy Ribeiro, departamento de comunicação e marketing do Sindilojas de Gravataí, deu início no dia 20 de abril a um ciclo de palestras que aborda o tema em questão, sensibilização ambiental através da educação, ação do Projeto Amigos do Planeta.

Na Escola Estadual de Ensino Fundamental Professora Maria Josefina Becker, alguns alunos e o convidado especial, Vereador Ricardo Canabarro, ouviram atentos a explanação feita por Rose Mariah.

A Educação Ambiental deve ser tomada como um campo de estudos e de ações de importância fundamental, excelente ferramenta na busca de uma nova consciência, pautada na sustentabilidade."

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gestão Ambiental


Trabalhamos para a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental em todos os seguimentos, geradores de impacto ambiental ou opinião pública.
Um conjunto de normas e ações que se encaixam em qualquer situação.
Do pequeno ao grande produtor, do micro ao macro empresário, no vestuário ou eletroeletrônico, no lar ou no trabalho.

A gestão ambiental possibilita uma nova visão em relação ao meio ambiente. Visa a conservação e preservação de recursos que são desperdiçados sem necessidade. Insere o indivíduo em uma nova concepção, o homem não deve ser considerado como elemento externo à natureza; ele é um dos elementos componentes do ambiente. O centro é, ou deve ser, A VIDA.

Procure órgãos e entidades que desenvolvam ações em prol da preservação do meio ambiente.
Existem muitas coisas importantes que você pode fazer!

Esperamos por você.

Abraços ecológicos,

Rose Mariah

terça-feira, 6 de abril de 2010

Educar para mudar


Ninguém nasce civilizado. O comportamento civilizado é aprendido pelo indivíduo a partir daquilo que os outros sujeitos mais experientes lhe ensinam; são esses sujeitos mais experientes que lhe indicam as formas convencionais, aceitáveis de se conviver em sociedade.

O processo educacional não se encerra na infância. Tem início quando o indivíduo nasce e só termina com sua morte. Sendo assim, enquanto vivem, os homens influenciam-se mutuamente, interferem no comportamento alheio e sofrem influências em seu próprio modo de ser. Conforme Kruppa, uma socióloga da atualidade, é a capacidade que os homens possuem de atuar junto a outros homens, ensinando e aprendendo, que torna a educação um fenômeno possível.

Podemos dizer HOJE, que as relações dos homens com a natureza, com os recursos naturais, com os animais e plantas são relações de incompreensão, uma convivência onde os benefícios são unilaterias. Somos totalmente dependentes de algo que destruimos gradativamente.

Precisamos buscar novas formas de nos relacionarmos com o meio ambiente, antes que seja tarde demais.
Aplicar novos processos, criar novas relações dos homens com a natureza e os recursos naturais, a Educação Ambiental tem um importante papel a desempenhar.

Na Conferência de Estocolmo, na Suécia, foi estabelecido que a Educação Ambiental deveria ser entendida como “uma abordagem multidisciplinar para novas áreas de conhecimento, abrangendo todos os níveis de ensino, incluindo o nível não formal, com a finalidade de sensibilizar a população para os cuidados ambientais”.

A Educação Ambiental deve ser tomada como um campo de estudos e de ações de importância fundamental no que se refere ao desenvolvimento de uma consciência preservacionista, assim como para a necessidade de se educar para o desenvolvimento pautado na sustentabilidade.