sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Trajetória dos Encontros e Conferências Ambientais

Em abril de 1968, por soliciação da ONU, Organização das Nações Unidas, cientistas, economistas e altos funcionários governamentais de diferentes países se reuniram em Roma para a realização de estudos sobre a relação entre as catástrofes ambientais ocasionads pela poluição e o processo de desenvolvimento adotado pela sociedade.
Nasceu assim o Clube de Roma, que elaborou em 1972 o primeiro relatório sobre os impactos ambientais causados pelo desenvolvimento, "LIMITES PARA O CRESCIMENTO". Este relatório representou um marco para a questão ambiental.
Teve início a mudança na forma em como as pessos percebiam o meio ambiente, que passou a fazer parte da agenda política mundial.

O segundo ato foi a "CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O MEIO AMBIENTE HUMANO", em 1972 em Estocolmo. Estiveram presentes representantes de 113 países e mais de 400 organizações não governamentais.
Com ela o surgimento das políticas de gerenciamento ambiental.

Em 1977, na Geórgia, "CONFERÊNCIA INTERGOVERNAMENTAL DE TBILISI", considerado um dos principais eventos sobre EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO PLANETA.

Em 1979, é publicado o "INFORME DA COMISSÃO BRANDT", mostra a preocupação socio ambiental.

Em 1987, "INFORME BRUNDTLAND", compartilhar crescimento econômico, equidade social e equilíbio ecológico, foi puplicado sob o título "NOSSO FUTURO COMUM", pela COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE.

Acompanhe as próximas postagens.

Os reflexos da Terra



Cientistas acreditam que o processo de aquecimento global será mais rápido que o esperado.
Nas florestas da África várias espécies já estão desaparecendo. Em Ghana mudanças drásticas são notadas anualmente.
Alguns animais são obrigadas a sair do seu habitat natural e buscar alimento em outros lugares, assim atacam gado, aves e outros animais em casas e fazendas da redondeza. Sem contar a transmissão de doenças, que acabam se espalhando com muita rapidez.
A partir dos anos 60 até os dias de hoje, dados meticulosos registrados semanalmente pelas patrulhas ambientais, relatam que o número de elefantes caiu em 70%, de leões 80% e o número de hipopótamos em 60%.
Estudos mostram que o desmatamento, consequente falta de água e calor excessivo, vêm dificultando a forma natural de vida destes animais.
De outro lado está a diminuição dos peixes, que obriga a população carente a buscar o alimento na caça, aumentando ainda mais o risco de extinção de diversas espécies.

Como podemos perceber, os reflexos da degradação da Natureza afeta a todos.
Não existem barreiras ou fronteiras quando falamos de MEIO AMBIENTE.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Entenda o Efeito Estufa



A mudança global do clima é um problema ambiental, porém bastante complexo e que traz consequências possivelmente catastróficas.
Este problema vem sendo causado pela intensificação do efeito estufa que, por sua vez, está relacionada ao aumento da concentração, na atmosfera da Terra, de gases que possuem características específicas. Estes gases permitem a entrada da luz solar, mas impedem que parte do calor no qual a luz se transforma volte para o espaço. Este processo de aprisionamento do calor é análogo ao que ocorre em uma estufa - daí o nome atribuído a esse fenômeno e também aos gases que possuem essa propriedade de aprisionamento parcial de calor, chamados de gases de efeito estufa (GEE), dentre os quais destaca-se o dióxido de carbono (CO2).

A temperatura da Terra, que permite o desenvolvimento e a manutenção da vida, é determinada pelo equilíbrio entre a quantidade de energia recebida do Sol e a quantidade que a superfície e a atmosfera devolvem para o espaço.
Do total da radiação solar que alcança o planeta, cerca de um terço é imediatamente refletido; o restante é absorvido pela atmosfera, pela superfície (solo ou água) e por organismos fotossintetizantes. O desflorestamento aumenta a fração da energia que atinge o solo e é absorvida. Por isso as regiões desmatadas em geral se aquecem. Fonte: José Arnaldo Favaretto e Clarinda Mercadante

As fronteiras não existem quando falamos em aquecimento global, somos únicos e iguais perante o Meio Ambiente.

Somos parte integrante deste ecossistema incrível existente na Terra.
Proteja e preserve, esta é nossa única saída.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Imagens que não necessitam palavras...













Equilíbrio por um fio..



Percebemos que o número de insetos como mosquitos, moscas, formigas, entre outros, aumentou muito nos últimos anos. Sinal do desequilíbrio que a Natureza vem sofrendo com mais frequência do que pode ela pode suportar.


Os predadores naturais de alguns animais estão em vias de extinção, deixando evidente que sem eles a saúde do ser humano fica ameaçada.


Ajude a manter o equilíbrio do meio ambiente:


Não mate sapos, lagartixas, aranhas, morcegos ou pássaros.
O aumento no número de alguns insetos, como moscas e mosquitos, tem a ver com o desmatamento e consequente aquecimento global,
que acaba por colocar em risco a vida de vários predadores naturais.

Se você tem medo, chame alguém para colocar o animal em local apropriado, mas NÃO MATE!
Proteja nossa fauna e flora, elas formam um conjunto perfeito e vital para o equilíbrio do meio ambiente,
que favorece a vida de todos nós!

Abraços ecológicos,

Rose Mariah