quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O VENENO SERVIDO À MESA






























































O Brasil é o país que mais utiliza agrotóxicos nas lavouras, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Um negócio que movimenta bilhões por ano. Nos últimos 11 anos a Anvisa proibiu o uso de 7 tipos de agrotóxicos no país e restringiu de maneira severa o uso de 19 substâncias usadas na fabricação de 300 produtos utilizados na lavoura. Pesquisas apontam 100 casos de intoxicação ao ano em todo país, um perigo silencioso. Este estudo mostra que interesses econômicos esbarram na hora de divulgar dados alarmantes sobre o uso dos agrotóxicos. Apenas a partir de janeiro de 2011 a Anvisa, juntamente com o Ministério de Meio Ambiente e o Ibama, determinaram a proibição do uso do agrotóxico METAMIDOFÓS. Produto extremamente tóxico, já foi banido em mais de 37 países, como Índia, China, Japão e União Européia, mas no Brasil é utilizado livremente.

Análise realizada em diversos supermercados brasileiros, mostra a grande quantidade de METAMIDOFÓS em alimentos consumidos diariamente. Veja:

Em 80% dos PIMENTÕES havia a presença de metamidofós;

Em 54% das uvas;

Em 54,8% dos pepinos;

Em 50,8% dos morangos;

Em 44,2% das couves;

Em 44% dos abacaxis;

Em 28,8%dos mamões;

Em 38,4% das alfaces apresentavam a substância.

Fonte de pesquisa Anvisa.


As medidas mitigadoras para evitar um mal maior parecem não ser suficientes quando a solução para alguns problemas graves, esbarram no poder econômico no Brasil. O mesmo poder que corrompe, cega e coloca os cidadãos à merce do capitalismo!


Por Rose Mariah

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Recreação Natureza e Arte



A educação ambiental proporciona o regresso à verdadeira origem do ser, a natureza! Aprender a pensar e agir observando o ciclo vital de sobrevivência dos diversos ecossistemas desperta no homem o amor pelo simples.

O simples ato de ouvir os sons da natureza, proporciona uma introspecção. Afinal, o que somos, o que realmente queremos ser?

Aprender a cultivar a terra, produzir o alimento, vê-lo germinar. Perceber que o crescimento dele se da através de forças que não são visíveis aos nossos olhos, mas possuem uma imensa capacidade de nascer, renascer e se adaptar.

Esta capacidade só existe devido à interação perfeita e sutil dos elementos que completam a vida na Terra.

E esta é a proposta do espaço: "Recreação Natureza e Arte", um local simples, rodeado de natureza que tem como proposta a educação ambiental de forma natural. Aprender a amar a natureza respeitando a vida em todas as suas formas.

Direcionado a crianças a partir de 07 anos de idade, em Gravataí.

Informações: (51) 9936-5585


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ALERTA



Um novo estudo de cientistas dos EUA e da França sugere que o IPCC, painel do clima das Nações Unidas, errou feio em suas previsões sobre o degelo do Ártico. No caso, errou para baixo: o derretimento observado é QUATRO vezes MAIOR do que apontam os modelos.

O grupo de pesquisadores liderados por Pierre Rampal, do MIT (Instituto de Tcnologia de Massachusetts), publicou seus dados na edição desta semana do periódico "Journal of Geophysical Research".

Eles uniram dados de modelagem com observação de satélites, navios e até submarinos para estimar que o mar congelado que recobre o oceano Ártico está afinando a uma taxa de 16% por década. Os modelos que alimentam o relatório do IPCC, estimavam essa taxa em 4%.

O mar congelado do Ártico está em permanente movimento, seguindo as correntes. Todo verão, elas empurram enormes quantidades de gelo para fora do oceano Ártico, pelo chamado estreito de Fram, entre a Grolelândia e o arquipélago norueguês de Svalbard, diminuindo a área do mar congelado.

Acontece que, com a água mais quente, as placas de gelo ficam mais finas (em média 1,65m de afinamento no verão) e se rompem mais. O que aumenta a velocidade de deslocamento do bloco de gelo, o que amplia a redução de área da banquisa.




Por Rose Mariah

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

GESTÃO AMBIENTAL

O que muda na vida dos brasileiros a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos?

Certamente ela irá proporcionar um impacto positivo na qualidade de vida e saúde da população. Prevê a redução, reutilização, não geração e reciclagem de resíduos sólidos.
Em 2009 metade dos resíduos gerados em todo país foram descartados de forma inadequada, o equivalente a 154 estádios do tamanho do Maracanã repletos de lixo, gerando a contaminação de solo, água e ar. Mas esta realidade está com os dias contados.

A obrigatoriedade da Lei 12.305, de 02/08/2010, estimula uma importante tomada de decisão que gera benefícios imediatos às empresas que se comprometerem a desenvolver um programa de gestão ambiental. Importante observar que os condomínios estão enquadrados neste processo por serem pessoa jurídica, portanto com os mesmos deveres de uma empresa.

Entra agora a conscientização, através da Educação Ambiental, a coordenação, definição e implantação de planos de ação para uma Gestão Ambiental. Será necessário envolver os agentes responsáveis por esta mudança, diante do grande desafio da sustentabilidade ambiental.

A consultoria proporciona a elaboração de projetos direcionados a segmentos específicos, como condomínios ou empresas. O retorno vai além da qualidade de vida e preservação ambiental, mostra-se importante aliado na redução de recursos econômicos advindos do melhor aproveitamento dos recursos naturais.

Por Rose Mariah

quarta-feira, 28 de setembro de 2011